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PILOTANDO NA CHUVA

O começo da chuva É verão, um belíssimo dia, de repente o azul do céu ganha tonalidades acinzentadas, lá vem chuva. O início da chuva, seja fraco ou forte, é o mais crítico, pois surpreende a pista, a moto e o piloto desprevenidos. A pista, assim que recebe o início da água da chuva, faz uma mistura perigosa; água, resíduos de óleo, combustível e sujeira (que acabam pingando dos veículos, seja do próprio motor ou escapamento). Essa mistura gera um líquido extremamente escorregadio, que compromete em muito a aderência dos pneus no solo.

Que chuva...Hein??? Pilotar uma moto é um prazer enorme. Unanimidade em pilotar debaixo de chuva, Todos odeiam. A matéria abaixo lhe dará dicas valiosas que aumentarão sua segurança, tentando lhe proporcionar mais prazer quando estiver pilotando debaixo de chuva.
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O que fazer?

Tudo é muito simples, "decore e assimile" as dicas abaixo, de tal forma que quando o evento acontecer você possa agir instintivamente.

1) Assim que começar a chover você deve desacelerar com calma sua moto, mantenha uma distância do tamanho de três carros do veículo que está a sua frente.

2) Tome cuidado redobrado com os pedestres, quando a chuva começa ocorre aquela típica correria atrás de abrigo.

3) Procure não fazer manobras ou freadas buscas, pois o risco de derrapagem é grande. Lembre-se da mistura água, óleo e sujeira que está na pista, essa mistura só é “lavada” pela própria chuva após uns 15 minutos.

4) Mantenha o farol aceso o tempo todo, isso irá melhorar sua visão um pouco, mas quem vem atrás terá uma boa visibilidade da sua moto devido às luzes da lanterna traseira.

5) Se estiver em movimento NÃO ligue o pisca alerta. Este tipo de iluminação só deve ser acionada se o veículo estiver parado.

6) Faça bom uso dos espelhos retrovisores de seu veículo para poder “monitorar” o erro dos outros.

7) Se você sentir o veículo está “dançando” um pouco na pista (como se estivesse
boiando) quer dizer que ele está aquaplanando. Diminua a velocidade, pois o veículo
irá ganhar peso e voltará a tocar os pneus no solo.

8) Cuidado com os “pneus de chuva” vendidos no mercado, eles dão uma falsa sensação de segurança. Ninguém pode garantir qual a conduta da moto debaixo de chuva, pois há inúmeras variáveis a serem analisadas (tipo de moto, piso, quantidade de água, condições locais, forma de condução do piloto etc.).

9) Se você sentir que sua moto não está respondendo bem aos seus comandos ou você sente-se inseguro com a situação, deixe o orgulho de lado e pare no acostamento, ligue o pisca alerta e aguarde a situação melhorar.



REPAROS DE EMERGÊNCIA

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Sair para fazer uma trilha no final de semana e acabar no meio do caminho com a moto estragada é realmente muito ruim. Ninguém quer que isso aconteça mas, cedo ou tarde sempre acaba acontecendo com alguém do nosso grupo. Hoje em dia as motos são muito confiáveis então as pessoas não estão mais tão bem preparadas para enfrentar situações desse tipo. Poucos carregam ferramentas e a maioria não sabe fazer os reparos mais básicos. O importante é saber que nessas horas, criatividade é fundamental para poder improvisar com o que se tem em mãos para continuar a trilha ou pelo menos voltar para casa. Abaixo damos umas dicas de como se virar em situações em que todo treieiro um dia (cedo ou tarde) vai encontrar.

Sua Moto Morreu e Não Quer Mais Pegar

Em primeiro lugar vá para um local seguro. Nada de ficar parado no meio da trilha logo depois daquela curva maravilhosa.

De nada adianta bater o click até não agüentar mais. Exceto no caso de algumas motos 4T que simplesmente se recusam a ligar por mau humor deve-se usar a cabeça e um pouco de método para descobrir onde está o defeito.

O motor precisa de três coisas básicas para funcionar: combustível, faísca da vela e ar.

Combustível. Geralmente não ocorre repentinamente. A moto falha, fica acelerada, perde força e vai piorando até que apaga de vez. Em primeiro lugar sacoleje a moto e veja se tem gasolina, ou se a moto entrou na reserva. Caso suspeite de algum entupimento, feche a torneirinha e experimente soltar um parafuso que fica no fundo do carburador. o combustível que fica retido dentro do carburador irá escorrer por uma mangueira ou pelo próprio parafuso. Apare esse combustível antes que ele caia no chão ou na moto com uma folha. Caso encontre algumas sujerinhas o problema pode ser ai. Muitas vezes só essa drenagem resolve mas às vezes pode ser necessário abrir o carburador para soprar umas pecinhas.

Faísca da vela. Suspeite de defeitos elétricos se a moto dá tiro pelo cano de escape, falha, se você molhou a moto ou se o defeito ora acontece, ora não. O teste básico é retirar o cachimbo, conectar outra vela, encostar a rosca dela no motor e dar a partida. Se saltar uma faísca forte (azul) OK. Troque a vela da moto e reze para funcionar. Se o teste provou que a moto não está produzindo faísca, retire o cachimbo e tente sem ele. (às vezes ele queima). Experimente desligar os fios do engine stop e tentar ligar a moto. Confira as conexões elétricas (na frente e embaixo do tanque) e veja se não tem nenhum fio quebrado/amassado principalmente perto da caixa de direção.

Ar. Qual foi a última vez que seu filtro de ar foi limpo? Se você nem sabe onde fica isso pode ser sinal de má notícia. Ou em casos extremos, se o motor está nas últimas (anéis gastos ou quebrados) pode ser que a compressão esteja tão baixa que a moto não faz aspiração mais. O pedal de click está muito leve? Talvez com um tranco a moto pegue. Volte correndo para casa.

Outros. Superaquecimento. Algumas motos ficam difícil de pegar após uma trilha muito fechada. Paciência. Espere um pouco, curta o visual que depois ela liga. Afogou. Você caiu? Desceu um morrão com a moto desligada? Agora a moto não quer pegar? Feche a torneirinha, acelere tudo. (não fique bombeando) tente fazer a moto ligar. Depois de umas 10 pedaladas mude de estratégia. Solte o acelerador. Tente novamente...

Se sua Moto Afogar no Rio
1- Se o click ficar duro para descer não force. O motor está cheio de água.

2- Tire a vela de ignição e o filtro de ar. Seque qualquer água que tiver dentro do filtro de ar. Seque o cachimbo para não haver fuga de corrente.

3- Esprema bem o filtro de ar para tirar toda a água e sujeira e coloque para secar. Observe pelo filtro e pelo tipo de rio qual o tipo de água que entrou no seu motor. Se foi água limpa, ok mas se tinha muita terra ou areia misturada à água pode ser sinal de problemas.

4- Feche a torneirinha de combustível, dê um nó na mangueira de respiro do tanque e vire a moto de cabeça para baixo , engate uma marcha qualquer e rode a roda traseira (na direção que ela roda normalmente) para expulsar a água do motor. Enquanto estiver rodando a roda observe o barulho do motor. Se o motor faz um barulho de algo raspando, pode ter areia dentro do motor. Tentar fazer a moto funcionar assim pode fundir o motor. Melhor rebocar a moto para uma oficina por que vai precisar abrir o motor para uma lavagem das peças.

5- Voltar a moto para a posição normal, escorra a gasolina que fica dentro do carburador por que ela pode ter se contaminado também.

6- Verifique se tem água dentro do magneto (tampa do lado direito do motor perto do pedal de marcha). Em algumas motos 4T o magneto fica dentro do óleo do motor. Nesse caso não devemos mexer com isso. Na Agrale também não é bom tirar essa tampa por que vai vazar toda a água do radiador. Se a tampa for de plástico pode tirar sem medo.

7- Jogar um pouco de gasolina pelo buraco da vela de ignição. Cuidado para que a faísca do cachimbo/vela não coloque fogo na moto.

8- Instalar a vela e tentar fazer a moto ligar. O mais fácil é tentar com o afogador puxado e sem acelerar.

9- Se a moto não pegar logo, tire a vela e sopre-a, (observe se ela está molhada de água use um isqueiro para secar a vela) jogue um pouco de gasolina dentro do motor, coloque a vela no lugar, e tente fazer a moto ligar novamente. Repita os passos de 8 e 9 até a moto pegar.

10- Caso a moto não esteja querendo ligar investigue algum outro problema. Veja se ela está dando faísca. A água pode ter entrado nas conexões elétricas ou no botão do engine stop. Veja se a gasolina que chega no carburador é pura.

11- Quando a moto pegar, ainda demora um pouco para ela aceitar aceleração. Coloque o filtro de ar com a moto ligada para evitar que ela morra.

12- Depois verifique se o óleo da caixa ficou esbranquiçado, tipo leite. Se for o caso é por que entrou água na caixa de marcha. Confira a lubrificação da suspensão traseira, dos rolamentos das rodas e do desmultiplicador. Pode ter entrado barro também dentro do cabo do velocímetro.

Pneu Furado na Trilha
Se o seu pneu furar no meio de uma trilha, você deve ir para um borracheiro o mais rápido possível. Quando mais a moto andar maior é o risco de estragar o pneu ou até mesmo a roda da moto. Se alguém tiver um spray para reparo instantâneo de pneus pode ser que funcione. Se você andou com o pneu vazio é capaz de não funcionar. Sempre vale a pena ter um às mãos. Eles já me salvaram muitas vezes. Leia as instruções no rótulo e se o pneu não voltar a esvaziar no dia seguinte o furo estará remendado por algum tempo. Eu digo por algum tempo por que o spray veda o furo entupindo-o e mais cedo ou mais tarde acabará vazando pelo buraquinho que ainda estará lá.

1- Em primeiro lugar, confira o aperto da trava de pneu. Procure algum prego ou raio solto enfiado no pneu. Retire o prego ou o raio antes de continuar andando com a moto para não aumentar o furo. Se o prego estiver impedindo a saída do ar deixe ele onde está.

2- Tente andar sem freadas ou acelerações bruscas.

3- Coloque seu peso mais na roda que está boa.

4- Evite passar nos buracos e desvie de todas as pedras. (se possível)

5- Se o pneu estiver querendo sair da roda amarre-o com uma corda ou um arame.

6- Ande de vagar. Cuidado nas curvas e freadas.

7- Quando o borracheiro desmontar o pneu tente descobrir por que o pneu furou. Pode ser uma ponta de raio, alguma rebarba no aro da roda, a câmera pode ter rasgado quando você bateu em uma quina de pedra, a trava de pneu pode ter mordido a câmera, o pneu pode ter rodado no aro e pode ser um prego que ainda está no pneu.

Cabo de Embragem ou Acelerador Arrebentado
Esse é um defeito de fácil prevenção, normalmente os cabos arrebentam nas extremidades. Quando começar a desfiar troque o cabo por que ele não vai durar mais quase nada. Olhe também se o seu cabo foi queimado pelo escape ou se o guidon não esmagou ele. Se quando você aperta a embreagem ou acelera e sente que algo está raspando, verifique se não é o cabo de aço que está desfiando. Existe uma pecinha própria para essas situações: O quebra galho. É só aparafusar na ponta do cabo de embreagem que dá para continuar andando com a moto. Evite usar a embreagem por que às vezes ele não resiste muito tempo. No caso do acelerador o quebra galho é muito grande. Arrume um interruptor de luz. Olhe que atrás dele, tem um lugar de enfiar o fio e apertar um parafuzinho. Arranque essa pecinha com um alicate e use como quebra galho. Se arrebentar em baixo, no carburador, tome cuidado para que não caia nenhum pedaço do cabo arrebentado e o quebra galho dentro do motor. Provavelmente vai precisar regular a embreagem ou o acelerador novamente.

Embreagem Patinando

1- Evite acelerar muito. 2- Passe as marchas antes do momento que você passaria normalmente. 3- Evite os morros. 4- Não espere acabar a embreagem totalmente para ser rebocado. Se estiver difícil, enquanto alguém te reboca você só acelera um pouquinho para ajudar. 5- Se a caixa de marchas estiver esquentando muito perto de onde fica a embreagem, (perto do pedal de freio) pare e espere esfriar. 6- Cabo de embreagem agarrando ou regulado muito alto podem fazer a embreagem patinar. Volte a alavanca da embreagem lá no motor com a mão.

Corrente Arrebentada
Se a corrente de alguém arrebentar no meio de uma trilha, verifique se não foi só a emenda que soltou. Nesse caso é só colocar outra emenda observando o sentido da trava e continuar a trilha normalmente. Caso não tenha nenhuma emenda ou a corrente tenha arrebentado de jeito que não dê para consertar, a moto vai ter de ser rebocada. Se a corrente estiver presa na roda ou no pinhão e você não consegue tirar ela, tente soltar a roda ou o pinhão para facilitar.

Para Rebocar Outra Moto
1- Amarre as motos com distância de uns 2 metros uma da outra. 2- Cuide para que a corda não entre na roda. 3- Mantenha a corda sempre esticada para evitar dar tranco em quem está sendo rebocado. 4- Nas descidas a moto que vem atrás deve frear a da frente. Se a descida for grande vale a pena desamarrar as motos. 5- As motos 4T são melhores para rebocar que as 2T. Quanto mais torque em baixa a moto tiver melhor. Uma XR 250 é melhor para puxar outra moto que uma CR 250. 6- Se não tiver corda improvise com qualquer coisa (arame, mangueira, corrente da moto que estragou...)

Radiador Furado
Se o radiador da sua moto estiver vazando, e se o vazamento não for muito grande, talvez dê para dar um jeito. Procure um boteco na trilha e peça um ovo cru. Jogue a clara do ovo dentro do radiador. Massa de tomate também funciona. Na maioria das vezes o furo para de vazar. Se for uma mangueira vazando, tente enrolar umas tiras de câmara de ar ou fita isolante na mangueira. Andar com a tampa do radiador mal fechada evita pressão no sistema e ajuda a diminuir os vazamentos.

Pedal de Marcha Quebrado
Se o seu pedal de marcha quebrar ou simplesmente sumir, coloque uma marcha com um alicate. Se for em uma trilha tente ir de segunda ou primeira. Na estrada, empurre a moto um pouco para ajudar a arrancar e use uma terceira ou quarta.

ENTENDA OS Nºs DO CHASSI

Os números e letras que compõem a numeração do chassi possuem regras que foram implantadas na década de 80 (ISO 3779) e servem para todos os fabricantes de veículos instalados em qualquer lugar do mundo. No Brasil essa numeração passou a valer a partir de 1986/87 quando as motos começaram a ter dois números gravados iguais para dificultar fraudes. composto de 17 dígitos o VIN (vehicle identification number) é dividido em quatro partes que quando decifradas podem informar dados sobre o fabricante, o modelo e o ano de fabricação.

ABCDEFGHIJKLMNOPQ

AB código do país.

Africa A - H
Asia J - R
Europa continuação
América do norte 1-5
AA-AH África do Sul JA-J0 Japão T2-T0 Não determinado 1A-10 Estados Unidos
AJ-AN Costa do Marfim KA- KE Siri Lanka UA-UG Não determinado 2A-20 Canadá
AP-A0 Não determinado KF- KK Israel UH-UM Dinamarca 3A- 3W México
BA-BE Angola KL- KR Coréia do Sul UN-UT Irlanda 3X-37 Costa Rica
BF-BK Kênia KS-K0 Não determinado UU-UZ Romênia 38-30 Não determinado
BL-BR Tanzânia LA-L0 China U1-U4 Não determinado 4A-40 Estados Unidos
BS-B0 Não determinado MA- ME Índia U5-U7 Slováquia 5A-50 Estados Unidos
CA-CE Benin MF- MK Indonésia U8-U0 Não determinado
CF-CK Madagascar ML- MR Tailândia VA-VE Áustria
Oceania 6-7
CL-CR Tunisia MS- M0 Não determinado VF-VR França 6A- 6W
CS-C0 Não determinado NF- NK Paquistão VS-VW Espanha 6X-60 Não determinado
DA-DE Egito NL- NR Turquia VX-V2 Iugoslávia 7A-7E Nova Zelândia
DF-DK Marrocos NS-N0 Não determinado V3-V5 Croácia 7F-70 Não determinado
DL-DR Zambia PA-PE Filipinas V6-V0 Estônia
DS-D0 Não determinado PF-PK Singapura WA-W0 Alemanha
América do Sul 8-9
EA-EE Etiópia PL-PR Malásia XA-XE Bulgária 8A-8E Argentina
EF-EK Moçambique PS-P0 Não determinado XF-XK Grécia 8F-8K Chile
EL-E0 Não determinado RA-RE Emirados Árabes XL-XR Holanda 8L-8R Equador
FA-FE Gana RF-RK Taiwan XS-XW URSS 8S-8W Peru
FF-FK Nigéria RL-RR Vietnam XX-X2 Luxemburgo 8X-82 Venezuela
FF-FK Madagascar RS-R0 Não determinado X3-X0 Rússia 83-80 Não determinado
FL-F0 Não determinado
YA-YE Bélgica 9A-9E Brasil
GA-G0 Não determinado
Europa S - Z
YF-YK Finlândia 9F-9K Colômbia
HA-H0 Não determinado SA-SM Grã Bretanha YL-YR Malta 9L-9R Paraguay

SN-ST Alemanha YS-YW Suécia 9S-9W Uruguai

SU-SZ Polônia YX-Y2 Noruega 9X-92 Trinidad & Tobago

S1-S0 Não determinado Y3-Y5 Belorúsia 93-99 Brasil

TA-TH Suiça Y6-Y0 Ucrânia 90 Não determinado

TJ-TP Tchecoslováquia ZA-ZR Itália

TR-TV Hungria ZS-ZW Não determinado

TW-T1 Portugal ZX-Z2 Eslovênia


Z3-Z5 Lituânia


Z6-Z0 Não determinado

CD Código do fabricante.
Cada fabricante que produz mais de 500 unidades por ano possui seu código, portanto é impossível listar todos aqui.

DEFGH Código do equipamento.
Esta parte é deixada para que cada fabricante use como quiser. Normalmente dizem respeito a modelos, versões ou até mesmo equipamentos que possam vir instalados de fábrica. É o único lugar onde a letra "O" pode aparecer.

I Dígito de checagem.
Este dígito é usado como resultado de uma conta que checa o número do chassi. Para cada letra da seqüência é adotado um valor:

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 3 4 5 6 7 8 9

Cada valor ou número é multiplicado por um fator de acordo com a sua posição:

A B C D E F G H I J K L M N O P Q
8 7 6 5 4 3 2 10 0 9 8 7 6 5 4 3 2

O resultado é somado;
o total é dividido por 11;
este é o dígito de checagem. Caso o resultado seja "10" o dígito de checagem será "X".

J Ano do modelo.
O ano do modelo normalmente vale de 1º de setembro do ano anterior a 31 de agosto do ano indicado.

A 1980 2010 B 1981 2011 C 1982 2012 D 1983 2013 E 1984 2014
F 1985 2015 G 1986 2016 H 1987 2017 J 1988 2018 K 1989 2019
L 1990 2020 M 1991 2021 N 1992 2022 P 1993 2023 R 1994 2024
S 1995 2025 T 1996 2026 V 1997 2027 W 1998 2028 X 1999 2029
Y 2000 2030 1 2001 2031 2 2002 2032 3 2003 2033 4 2004 2034
5 2005 2035 6 2006 2036 7 2007 2037 8 2008 2038 9 2009 2039

e o padrão se repete a cada 30 anos...

K Código da fábrica.
Para cada unidade que o fabricante possuir ao redor do mundo é determinado um código diferente.

LMNOPQ Número serial.
Pode ser resetado a cada nova versão ou não a critério do fabricante.

Note que a seqüência é de A para Z, depois de 1 para 9, depois 0.

As letras I, O, Q não são normalmente usadas pela possibilidade de serem confundidas com os números "1" e "0".

Pode variar de acordo com a legislação local.

Fonte: Angelfire

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Saiba mais: Revista duas rodas nº161

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